quinta-feira, 8 de abril de 2010

Tupanciretã, a Terra dos Filhos de Deus...


Foi inesquecível meu retorno a acolhedora cidade de Tupanciretã.


Minha chegada na abençoada região central do estado passou por outras duas cidades que marcaram muito a minha vida: primeiro Santiago do Boqueirão, me lembro de haver escrito algo a respeito sobre os crentes e a liderança da igreja de ali, só para recordar: fui tratado como um principe quando passei ali; em segundo lugar tenho que recordar da simpática igreja de Garibalde.

Explico, O Senhor por sua infinita misericórdia me abriu as portas para ministrar nessas três cidades: Garibalde, no congresso de missões; em Santiago, infelizmente me vi impedido de pregar no excelente congresso "Fronteira em Chamas" por conta de um conflito em minha agenda, aproveito a oportunidade para de maneira publica externar meu carinho aquela abençoada igreja, pedindo escusas aos amados irmãos que me esperaram, eu sei que muita gente aguardava minha ida, coloco-me a disposição da liderança local para à tempo e hora ministrar a gloriosa palavra naquele lugar mais uma vez; e finalmente Tupanciretã, àquela que foi minha cidade no final de semana de treze e quatorze de março.




No início da tarde de sábado, dia treze, me vi chegando em Tupanciretã, denominada pelos nativos: "A Terra da Mãe de Deus". Chegando lá, fui conduzido diretamente ao aconchegante hotel, pude então me recompor da longa viagem.

A medida que a noite ia chegando ia também aproximando-se o momento do culto sabatino, minha missão como "apregoeiro da verdade" estava prestes a iniciar mais uma vez.

Quero abrir um parêntese para tentar relatar o que sinto alguns minutos antes de começar a pregar (inclusive na igreja que sou o pastor), sinto o tradicional friozinho na barriga, um calor no rosto, um tremilique nas pernas, um arrepio nas costas, enfim, é como se cada vez que eu assumisse a tribuna fosse a primeira vez.

As vezes me pergunto porque sinto isto ao pregar a palavra de Deus? Acho que a resposta é bem óbvia: a palavra não é minha, é do Senhor!!!

Ministrar a gloriosa palavra de forma perene tem entre suas características a de gerar uma exacerbada preocupação, afinal de contas estamos subordinados a revelação que é de Deus, a unção que vem de Deus, ao poder que emana de Deus, o compromisso de velar pelo cumprimento daquilo que falamos é d'Ele. Gosto de afirmar que se a palavra fosse nossa, seria muito mais fácil, contudo, em se tratando da palavra de Deus, nossa intimidade com ele deve ser mais nítida e transparente, nossa comunhão deverá ser marcada pela efetividade da sua presença.

Voltando a Terra da Mãe de Deus, quando cheguei no ginásio, que estava completamente lotado, vi uma igreja vibrante, formada por legítimos adoradores, homens e mulheres cultuando, não tive o descontentamento de ver moços e moças andando para lá e para cá, vi sim, um povo simples mas cheio do Espírito Santo, um povo cristão, apaixonado por Cristo.

Fui recepcionado pelo pastor Alexandre Beltrame Chaves, presidente daquele próspero trabalho, bem como por meus meus amigos Márcio, Sandro e Eliel, responsáveis por aquela mocidade, e pela realização do abençoado evento.

Deus me privilegiou em conhecer o ungido presbítero Moisés Cleyton, do estado do Paraná, abençoado cantor e compositor de canções conhecidas por nossa igreja, musicas tais como: "a presença de Deus e vaso de Alabastro", interpretados pela cantora Mara Lima; "Terremoto de Glória", interpretado pela cantora Elaine de Jesus; "Eu vou subir", interpretado pela irmã Lauriete, entre outras tantas.

Resumo o irmão Moisés como homem simples, que acompanhado de uma banda muito ungida (a sua própria banda) conduziu o povo ao legítimo louvor pentecostal. Deus marcou um encontro com todos naquele lugar enquanto este irmão cantava.


Foi um final de semana memorável, o Senhor salvou muitas vidas, muitas mesmo, não pude contabilizá-las, nem quero me preocupar com isto, tenho certeza que os céus estão encarregados desta tarefa.

Quando eu me preparava para vir embora, já na madrugada de domingo, conversava com o motorista encarregado de me trazer à capital dos pampas, o Chico, juntos concluímos que talvez Tupanciretã não deva mais ser chamada de a Terra da mãe de Deus e sim de a Terra dos filhos de Deus, por um motivo muito simples, o Senhor voltou os seus meigos olhos para aquela terra mais uma vez alcançando vidas sedentas por salvação. Que Deus seja louvado!!!

3 comentários:

sandro luiz baptista disse...

paz meu querido irmão,nós somos gratos a Deus pela vida do irmão ev.Pedro Elias e ter conhecido este ilustre servo,homem de Deus.abrilhantou o nosso evento em nossa cidade com mensagens ungidas vindas do nosso querido Espirito santo.Jesus continue lhe agraciando com essas mensagens impactantes.que leva o povo adorar o senhor Jesus.

Administrador disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Administrador disse...

A paz do Senhor prezado amigo, como estás? Sempre que posso visito o seu Blog e quero parabenizá-lo pelas postagens realizadas. Aproveitando peço permissão para postar o artigo sobre sua vinda em nossa cidade no Blog da igreja (adtupancireta.blogspot.com), se for possível é claro. E sempre citando a fonte. No mais, um grande abraço e continue sendo este servo de Deus abençoado.
Ev.Eliel Toledo
Tupanciretã/RS